Furacão
Como se forma, origem da palavra, escala
Saffir-Simpson, regiões de maior incidência, clima, meio ambiente, tempestades e os prejuízos causados, fenômenos
climáticos, ciência
Furacão
no Golfo do México (imagem de satélite)
Introdução
A palavra “furacão” tem origem entre os maias (povo que habitava a América Central antes da chegada dos conquistadores espanhóis, no final do século XV). De acordo com a mitologia maia, Huracan era o deus responsável pelas tempestades. Os espanhóis absorveram a palavra, transformando-a no que ela é hoje.
Conhecendo os furacões
Os furacões são fenômenos climáticos
(ciclones) caracterizados pela formação de um sistema de baixa-pressão. Formam-se, geralmente, em regiões tropicais do planeta. São eles os responsáveis pelo transporte do calor da região equatorial para as latitudes mais altas.
São classificados numa escala de 1 a 5 de acordo com a força dos ventos. Esta escala é denominada Saffir-Simpson.
Aquele que atinge a escala 1 possui ventos de baixa velocidade, enquanto o de escala 5
apresenta ventos muito fortes.
Quando ganham muita força, transformam-se em catástrofes naturais, podendo destruir cidades inteiras. Há casos em que os ventos
podem ultrapassar 200 km/h. Eles percorrem determinados caminhos, carregando casas, automóveis e quase tudo que encontram pela frente. Existem estações meteorológicas que monitoram constantemente
este tipo de fenômeno climático, avisando a população local em caso de evidências de desastre.
Veja abaixo uma relação das áreas de maior incidência:
- Oceano Pacífico Norte Ocidental
- Oceano Pacífico Norte Oriental
- Oceano Pacífico Ocidental Sul
- Oceano Índico Norte
- Oceano Índico sudeste
- Oceano Índico sudoeste
- Bacia Atlântico norte (região do Golfo do México)
Furacões no Brasil
Felizmente, o Brasil não é um país onde é comum a formação de furacões. A área do Atlântico Sul não é propícia para a formação destes ciclones tropicais. Porém, em março de 2004, houve a formação de um furacão que atingiu a região sul do Brasil. Com ventos de até 170 km/h, a tempestade atingiu áreas litorâneas dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Foi um dos maiores e mais violentos furacões brasileiros já registrados.
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